Antes eu andava por mim.
E era, por mim.
E fazia sentido sem sentir a falta de nada.
Um dia deste-me a mão e agora só me encontro quando me perco em ti. Queria voltar a ser por mim... O pior é que é difícil que faça sentido quando a falta da tua mão não me deixa ser quem era.
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