para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltar para nunca mais voltares
voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre nunca voltas volto sempre nunca voltas nunca ficaste nunca voltas nunca ficaste nunca ficaste nunca ficaste nunca entraste nunca voltas nunca voltas nunca entraste nunca voltas nunca entraste nunca entraste nunca entraste nunca entraste volto sempre nunca voltas volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca foste nunca foste nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca entraste nunca ficaste nunca ficaste nunca saiste nunca fomos nunca voltas e eu volto sempre para nunca mais voltar para nunca mais voltares e eu volto sempre
Tuesday, December 14, 2010
Thursday, December 09, 2010
estou a trepar, apagar
Para nunca mais te ver
avenida melancólica, de uma melancolia insuportavelmente pesada.
Valia a pena ter ido para nunca mais te ver.
a avenida melancólica, que agora atravesso todos os dias,
a melancolia tão insuportavelmente pesada que me arrasta e que me faz arrastar-me no fim de cada dia,
a desconexão de quem não dorme há dias e de quem já se esqueceu do que é ser.
Quem, eu?
não me tivesse habituado a estar de rastos de viver. Não me reconheço no que sou... já nem sou.
E não sei quem és, quem foste
fui só eu que fui o que foste?
devia ter-te apagado. Estranho-te em ti, em mim, nos outros e no mundo à nossa volta.
Podes ficar com tudo o que me tiraste aí em baixo, que não tenho tempo para apanhar os restos.
avenida melancólica, de uma melancolia insuportavelmente pesada.
Valia a pena ter ido para nunca mais te ver.
a avenida melancólica, que agora atravesso todos os dias,
a melancolia tão insuportavelmente pesada que me arrasta e que me faz arrastar-me no fim de cada dia,
a desconexão de quem não dorme há dias e de quem já se esqueceu do que é ser.
Quem, eu?
não me tivesse habituado a estar de rastos de viver. Não me reconheço no que sou... já nem sou.
E não sei quem és, quem foste
fui só eu que fui o que foste?
devia ter-te apagado. Estranho-te em ti, em mim, nos outros e no mundo à nossa volta.
Podes ficar com tudo o que me tiraste aí em baixo, que não tenho tempo para apanhar os restos.
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