Tuesday, December 14, 2010

para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltar para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltares para nunca mais voltar para nunca mais voltares
voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre voltas sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre nunca voltas volto sempre nunca voltas nunca ficaste nunca voltas nunca ficaste nunca ficaste nunca ficaste nunca entraste nunca voltas nunca voltas nunca entraste nunca voltas nunca entraste nunca entraste nunca entraste nunca entraste volto sempre nunca voltas volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre volto sempre nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca entraste nunca foste nunca foste nunca foste nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca fomos nunca entraste nunca ficaste nunca ficaste nunca saiste nunca fomos nunca voltas e eu volto sempre para nunca mais voltar para nunca mais voltares e eu volto sempre

1 comment:

Inês Oliveira said...

Pensei que o "Isto" tinha morrido, não conseguia vir cá, dava erro. Já estava a preparar-me para te encher a cabeça de remorsos, para que o ressuscitasses. Mas está vivo, e bem vivo: com uma velocidade de escrita que nem permite respiração: gosto (muito).
Podia pensar-se em algo assim para o teatro, uma velocidade alucinante em tudo o que se passasse (ocorreu-me agora).