Thursday, October 02, 2008
Saturday, May 10, 2008
Tuesday, April 15, 2008
que semana.
respirei (realmente)!
respirei
as recordações dos risos,
das noites ao relento... dos banhos...
dos momentos únicos e da música...
e das conversas que deixaram a voz para trás, no último dia
perdida no calor abrasador da tarde
e relaxante do meio da noite...
o ar não se esgotou sem lembrar
o corpo com sal, no sol dos regressos a casa
e os pés descalços no chão,
que vagueavam, sem destino...
(naquela alegre nostalgia)
por fim, as memórias das sestas despreocupadas na relva
foram abaladas pelo regresso da botija de oxigénio
o despertar da contagem decrescente
respirei (realmente)!
respirei
as recordações dos risos,
das noites ao relento... dos banhos...
dos momentos únicos e da música...
e das conversas que deixaram a voz para trás, no último dia
perdida no calor abrasador da tarde
e relaxante do meio da noite...
o ar não se esgotou sem lembrar
o corpo com sal, no sol dos regressos a casa
e os pés descalços no chão,
que vagueavam, sem destino...
(naquela alegre nostalgia)
por fim, as memórias das sestas despreocupadas na relva
foram abaladas pelo regresso da botija de oxigénio
o despertar da contagem decrescente
Friday, April 11, 2008
o nariz parece estar entupido
mas não tenho bem a certeza
porque a mente não está muito clara
e deambula entre significados e conceitos...
aceita só um empirismo de sentidos, que não relaciona
escreve sem pensar nas anteriores,
palavra após palavra... e mais uma,
e a próxima.
a voz podia tirar as dúvidas todas...
soa diferente com o nariz entupido.
mas a voz... essa desapareceu já também.
(VIRUS sacaninha)
mas não tenho bem a certeza
porque a mente não está muito clara
e deambula entre significados e conceitos...
aceita só um empirismo de sentidos, que não relaciona
escreve sem pensar nas anteriores,
palavra após palavra... e mais uma,
e a próxima.
a voz podia tirar as dúvidas todas...
soa diferente com o nariz entupido.
mas a voz... essa desapareceu já também.
(VIRUS sacaninha)
Wednesday, March 12, 2008
afinal só escondeste... arrumaste, e quiseste pensar que estava 'arrumado'
até que, num momento (num segundo)...
o inevitável!
e do chão para fios presos às núvens,
a segurança transformou-se em vulnerabilidade
e a certeza em incerteza, ou numa certeza contrária
(viste-o...
do outro lado, com outras pessoas)
as palpitações e a euforia encheram-te o peito,
naquela velha explosão incontrolável de emoções.
fingiste alguma calma, indiferença
tentaste encarar tudo (e encará-lo) como todos os outros
mas sabias, apesar de tentares esconder,
que já não vias ou sentias mais nada...
ou nada mais do que o tanto que era 'aquilo'...
as palavras deixavam de fazer sentido
e as pessoas à tua volta deixavam de interessar...
olhas novamente...já impotente!
finges ponderar, por nada mais do que descargo de consciência...
(é que já sabes bem o que queres...)
e então
trocas as memórias dos desfechos passados
pela desculpa do efémero.
CEDES (oficializas)
"precisavas de mais tempo"
mas de certeza que por mais tempo que tivesses tido
tudo voltaria a acontecer
da mesma maneira...
pela centésima vez...
porque é assim que ele é...
e é assim que tu és quando ele...
quando no meio da confusão surge! do nada e como se nada fosse.
ele tem todo o poder.
o poder de fazer esquecer as bombas a rebentarem,
a sujidade do chão,
os pobres e os ricos, e as diferenças.
o poder de o fazer quando ele aparece em todas essas coisas, e em cada uma delas na sua essência e ao mesmo tempo...
no meio da confusão e do caos ele aparece mais uma vez
para lembrar ou para fazer esquecer tudo.
o fogo tranforma-se em penas esvoaçantes à volta do seu pescoço e o metal dos destroços em luz
e não há nada a fazer...
até que, num momento (num segundo)...
o inevitável!
e do chão para fios presos às núvens,
a segurança transformou-se em vulnerabilidade
e a certeza em incerteza, ou numa certeza contrária
(viste-o...
do outro lado, com outras pessoas)
as palpitações e a euforia encheram-te o peito,
naquela velha explosão incontrolável de emoções.
fingiste alguma calma, indiferença
tentaste encarar tudo (e encará-lo) como todos os outros
mas sabias, apesar de tentares esconder,
que já não vias ou sentias mais nada...
ou nada mais do que o tanto que era 'aquilo'...
as palavras deixavam de fazer sentido
e as pessoas à tua volta deixavam de interessar...
olhas novamente...já impotente!
finges ponderar, por nada mais do que descargo de consciência...
(é que já sabes bem o que queres...)
e então
trocas as memórias dos desfechos passados
pela desculpa do efémero.
CEDES (oficializas)
"precisavas de mais tempo"
mas de certeza que por mais tempo que tivesses tido
tudo voltaria a acontecer
da mesma maneira...
pela centésima vez...
porque é assim que ele é...
e é assim que tu és quando ele...
quando no meio da confusão surge! do nada e como se nada fosse.
ele tem todo o poder.
o poder de fazer esquecer as bombas a rebentarem,
a sujidade do chão,
os pobres e os ricos, e as diferenças.
o poder de o fazer quando ele aparece em todas essas coisas, e em cada uma delas na sua essência e ao mesmo tempo...
no meio da confusão e do caos ele aparece mais uma vez
para lembrar ou para fazer esquecer tudo.
o fogo tranforma-se em penas esvoaçantes à volta do seu pescoço e o metal dos destroços em luz
e não há nada a fazer...
Wednesday, February 20, 2008
e então no meio da confusão surge! do nada e como se nada fosse
ele tem todo o poder.
o poder de fazer esquecer as bombas a rebentarem, a sujidade do chão, os pobres e os ricos, e as diferenças. o poder de o fazer quando ele aparece em todas essas coisas, e em cada uma delas na sua essência e ao mesmo tempo...
no meio da confusão e do caos ele aparece mais uma vez para lembrar ou para fazer esquecer tudo.
o fogo tranforma-se em penas esvoaçantes à volta do seu pescoço e o metal dos destroços em luz
ele tem todo o poder.
o poder de fazer esquecer as bombas a rebentarem, a sujidade do chão, os pobres e os ricos, e as diferenças. o poder de o fazer quando ele aparece em todas essas coisas, e em cada uma delas na sua essência e ao mesmo tempo...
no meio da confusão e do caos ele aparece mais uma vez para lembrar ou para fazer esquecer tudo.
o fogo tranforma-se em penas esvoaçantes à volta do seu pescoço e o metal dos destroços em luz
Saturday, May 12, 2007
inspiras.
e o ar soluça em ti com cada vez mais força.
Pelo menos sentes...ainda que apenas
o nó na garganta e o teu choro quente...
vais à procura da vida,
porque não queres encarar q ela parte também...
esperas q suba o pano, esperas ver as estrelas
mas quando sobe não há nada atrás
abres a janela na esperança do sol...ou da lua
mas o que foi sol é agora cinzento.
e a lua já não brilha
na verdade...
atrás do pano o movimento continua,
e no céu o sol ainda é quente
e a lua ainda roda...
mas para ti...?
tinha passado a raiva momentânea
e a tristeza era tão mais forte.
e agora? como encarar o cinzento do céu...?
que afinal não é cinzento a não ser para ti
como encarar o vazio, q só tu sentes?
...vai custar, mas vais voltar a viver, por mais ingrato que tudo te possa parecer agora.
poema a uma pessoa que não conheço mas de quem ouvi falar, que me fez pensar
e o ar soluça em ti com cada vez mais força.
Pelo menos sentes...ainda que apenas
o nó na garganta e o teu choro quente...
vais à procura da vida,
porque não queres encarar q ela parte também...
esperas q suba o pano, esperas ver as estrelas
mas quando sobe não há nada atrás
abres a janela na esperança do sol...ou da lua
mas o que foi sol é agora cinzento.
e a lua já não brilha
na verdade...
atrás do pano o movimento continua,
e no céu o sol ainda é quente
e a lua ainda roda...
mas para ti...?
tinha passado a raiva momentânea
e a tristeza era tão mais forte.
e agora? como encarar o cinzento do céu...?
que afinal não é cinzento a não ser para ti
como encarar o vazio, q só tu sentes?
...vai custar, mas vais voltar a viver, por mais ingrato que tudo te possa parecer agora.
poema a uma pessoa que não conheço mas de quem ouvi falar, que me fez pensar
Saturday, September 02, 2006
desconhecido...o ambiente
(...jazz?)
o ambiente é assustador,
e fascina...
tão mais do que podes conter,
do que aquilo em que consegues acreditar
é sufocante, e sentes chegar o histerismo ao nó da garganta
queres sorrir? rir?
ou chorar e fugir?
tentas montar o filme...
o fumo, as lampadas a meia-luz
e as pessoas que parecem tão irreais
naqueles fatos e vestidos perfeitos
quem serão fora dali?
e será que é tudo uma encenação?
Sentes que te suga
e quando perdes o controlo do filme
abres a porta e corres
a rua naquela noite está a preto e branco
e o vento é frio
... queres que o nevoeiro te envolva
corres mais
a única luz é uma mancha
alta, de 3 em 3 metros
... é essa que vais seguir.
(só não sabes até onde)
mas é bom
é bom não te preocupares com nada
e sentires-te real, finalmente
a injecção da noite faz-te esquecer,
e o suor da ressaca é acalmado pelo nascer do sol
agora à noite, espetas-te num arame
que prendes ao candeeiro do quarto...
para não caires sequer no pensamento,
(daquele quadro sem moldura)
antes de adormeceres.
só que o arame não te impede de sonhar
o ambiente é assustador,
e fascina...
tão mais do que podes conter,
do que aquilo em que consegues acreditar
é sufocante, e sentes chegar o histerismo ao nó da garganta
queres sorrir? rir?
ou chorar e fugir?
tentas montar o filme...
o fumo, as lampadas a meia-luz
e as pessoas que parecem tão irreais
naqueles fatos e vestidos perfeitos
quem serão fora dali?
e será que é tudo uma encenação?
Sentes que te suga
e quando perdes o controlo do filme
abres a porta e corres
a rua naquela noite está a preto e branco
e o vento é frio
... queres que o nevoeiro te envolva
corres mais
a única luz é uma mancha
alta, de 3 em 3 metros
... é essa que vais seguir.
(só não sabes até onde)
mas é bom
é bom não te preocupares com nada
e sentires-te real, finalmente
a injecção da noite faz-te esquecer,
e o suor da ressaca é acalmado pelo nascer do sol
agora à noite, espetas-te num arame
que prendes ao candeeiro do quarto...
para não caires sequer no pensamento,
(daquele quadro sem moldura)
antes de adormeceres.
só que o arame não te impede de sonhar
Friday, July 28, 2006
Damn you
...
e foda-se este devaneio que faz parecer isto tudo uma narrativa sem poesia
merda estética e conteúdo de nada...
e tu também, desconhecido, que nem sei bem o que causas para além de me tirares a língua e prenderes o cérebro...
fode-te porque não sei se preferia o nada
(grito)
isto foi fingido, desta vez não me soube a berro, a liberdade...até ela me liga a ti
vejo-te em cada esquina, por vezes estás lá, por vezes é uma sombra, mas és tu na mesma
e eu não sei se gosto, mas não consigo não querer que sejas tu
.
e foda-se este devaneio que faz parecer isto tudo uma narrativa sem poesia
merda estética e conteúdo de nada...
e tu também, desconhecido, que nem sei bem o que causas para além de me tirares a língua e prenderes o cérebro...
fode-te porque não sei se preferia o nada
(grito)
isto foi fingido, desta vez não me soube a berro, a liberdade...até ela me liga a ti
vejo-te em cada esquina, por vezes estás lá, por vezes é uma sombra, mas és tu na mesma
e eu não sei se gosto, mas não consigo não querer que sejas tu
.
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