e então no meio da confusão surge! do nada e como se nada fosse
ele tem todo o poder.
o poder de fazer esquecer as bombas a rebentarem, a sujidade do chão, os pobres e os ricos, e as diferenças. o poder de o fazer quando ele aparece em todas essas coisas, e em cada uma delas na sua essência e ao mesmo tempo...
no meio da confusão e do caos ele aparece mais uma vez para lembrar ou para fazer esquecer tudo.
o fogo tranforma-se em penas esvoaçantes à volta do seu pescoço e o metal dos destroços em luz
Wednesday, February 20, 2008
Saturday, May 12, 2007
inspiras.
e o ar soluça em ti com cada vez mais força.
Pelo menos sentes...ainda que apenas
o nó na garganta e o teu choro quente...
vais à procura da vida,
porque não queres encarar q ela parte também...
esperas q suba o pano, esperas ver as estrelas
mas quando sobe não há nada atrás
abres a janela na esperança do sol...ou da lua
mas o que foi sol é agora cinzento.
e a lua já não brilha
na verdade...
atrás do pano o movimento continua,
e no céu o sol ainda é quente
e a lua ainda roda...
mas para ti...?
tinha passado a raiva momentânea
e a tristeza era tão mais forte.
e agora? como encarar o cinzento do céu...?
que afinal não é cinzento a não ser para ti
como encarar o vazio, q só tu sentes?
...vai custar, mas vais voltar a viver, por mais ingrato que tudo te possa parecer agora.
poema a uma pessoa que não conheço mas de quem ouvi falar, que me fez pensar
e o ar soluça em ti com cada vez mais força.
Pelo menos sentes...ainda que apenas
o nó na garganta e o teu choro quente...
vais à procura da vida,
porque não queres encarar q ela parte também...
esperas q suba o pano, esperas ver as estrelas
mas quando sobe não há nada atrás
abres a janela na esperança do sol...ou da lua
mas o que foi sol é agora cinzento.
e a lua já não brilha
na verdade...
atrás do pano o movimento continua,
e no céu o sol ainda é quente
e a lua ainda roda...
mas para ti...?
tinha passado a raiva momentânea
e a tristeza era tão mais forte.
e agora? como encarar o cinzento do céu...?
que afinal não é cinzento a não ser para ti
como encarar o vazio, q só tu sentes?
...vai custar, mas vais voltar a viver, por mais ingrato que tudo te possa parecer agora.
poema a uma pessoa que não conheço mas de quem ouvi falar, que me fez pensar
Saturday, September 02, 2006
desconhecido...o ambiente
(...jazz?)
o ambiente é assustador,
e fascina...
tão mais do que podes conter,
do que aquilo em que consegues acreditar
é sufocante, e sentes chegar o histerismo ao nó da garganta
queres sorrir? rir?
ou chorar e fugir?
tentas montar o filme...
o fumo, as lampadas a meia-luz
e as pessoas que parecem tão irreais
naqueles fatos e vestidos perfeitos
quem serão fora dali?
e será que é tudo uma encenação?
Sentes que te suga
e quando perdes o controlo do filme
abres a porta e corres
a rua naquela noite está a preto e branco
e o vento é frio
... queres que o nevoeiro te envolva
corres mais
a única luz é uma mancha
alta, de 3 em 3 metros
... é essa que vais seguir.
(só não sabes até onde)
mas é bom
é bom não te preocupares com nada
e sentires-te real, finalmente
a injecção da noite faz-te esquecer,
e o suor da ressaca é acalmado pelo nascer do sol
agora à noite, espetas-te num arame
que prendes ao candeeiro do quarto...
para não caires sequer no pensamento,
(daquele quadro sem moldura)
antes de adormeceres.
só que o arame não te impede de sonhar
o ambiente é assustador,
e fascina...
tão mais do que podes conter,
do que aquilo em que consegues acreditar
é sufocante, e sentes chegar o histerismo ao nó da garganta
queres sorrir? rir?
ou chorar e fugir?
tentas montar o filme...
o fumo, as lampadas a meia-luz
e as pessoas que parecem tão irreais
naqueles fatos e vestidos perfeitos
quem serão fora dali?
e será que é tudo uma encenação?
Sentes que te suga
e quando perdes o controlo do filme
abres a porta e corres
a rua naquela noite está a preto e branco
e o vento é frio
... queres que o nevoeiro te envolva
corres mais
a única luz é uma mancha
alta, de 3 em 3 metros
... é essa que vais seguir.
(só não sabes até onde)
mas é bom
é bom não te preocupares com nada
e sentires-te real, finalmente
a injecção da noite faz-te esquecer,
e o suor da ressaca é acalmado pelo nascer do sol
agora à noite, espetas-te num arame
que prendes ao candeeiro do quarto...
para não caires sequer no pensamento,
(daquele quadro sem moldura)
antes de adormeceres.
só que o arame não te impede de sonhar
Friday, July 28, 2006
Damn you
...
e foda-se este devaneio que faz parecer isto tudo uma narrativa sem poesia
merda estética e conteúdo de nada...
e tu também, desconhecido, que nem sei bem o que causas para além de me tirares a língua e prenderes o cérebro...
fode-te porque não sei se preferia o nada
(grito)
isto foi fingido, desta vez não me soube a berro, a liberdade...até ela me liga a ti
vejo-te em cada esquina, por vezes estás lá, por vezes é uma sombra, mas és tu na mesma
e eu não sei se gosto, mas não consigo não querer que sejas tu
.
e foda-se este devaneio que faz parecer isto tudo uma narrativa sem poesia
merda estética e conteúdo de nada...
e tu também, desconhecido, que nem sei bem o que causas para além de me tirares a língua e prenderes o cérebro...
fode-te porque não sei se preferia o nada
(grito)
isto foi fingido, desta vez não me soube a berro, a liberdade...até ela me liga a ti
vejo-te em cada esquina, por vezes estás lá, por vezes é uma sombra, mas és tu na mesma
e eu não sei se gosto, mas não consigo não querer que sejas tu
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